quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Quem pode ou quem deveria responder por Messejana?

Minha dedicação há oito anos é para o Instituto Portal Messejana, que possui um site denominado Portal Messejana. Há tempos que o Portal Messejana produz matérias 
relativas a Messejana, mostrando suas belezas e também seus problemas, que não são poucos. As reportagens todas são feitas com base na coleta e na busca de dados, de forma até mesmo investigativa, oportunidade em que as fontes são preservadas para sua segurança e pela ética do jornalismo.

Algumas pessoas não gostam das matérias porque dizem amar Messejana a qualquer custo. O Portal Messejana também gosta muito de Messejana e adota uma postura diferente, que é a de mostrar as duas deficiências, fazendo com que o povo se conscientize da verdade e cobre providências das autoridades. E produz suas reportagens também com base também nos inúmeros documentos que recebe de seus colaboradores e para a Seção Fala Cidadão, do Portal Messejana. Muitos dos documentos são publicados na íntegra e assinados pelos seus autores.

Cidadania é o termo que costumamos usar para essas ações do Portal Messejana. Alguns dos problemas levantados, ocasionalmente, são resolvidos. Muitos permanecem na mesma há anos, sem solução. É uma lástima.

O trabalho do Portal Messejana

O Portal Messejana, que foi reconhecido pelos governos federal e municipal como de utilidade pública, tem entre suas propostas ser exatamente um canal de comunicação entre o povo, a sociedade, e as autoridades competentes, gestores públicos e políticos ligados a Messejana, dando espaços plenos para a divulgação dos resultados eventualmente alcançados em suas seções Mural de Recados e Fala Cidadão. Trabalha ainda com projetos de Turismo Sustentável e Sociais, como construção de casas através de programas do governo federal, pela Caixa Econômica Federal.

Ao final desta matéria estão algumas indagações, cujas respostas poderiam ser evidenciadas através de efetivas ações por parte de gestores, órgãos responsáveis, políticos ligados a Messejana e Associações de Moradores locais.

Repercussão na imprensa local

A maioria das matérias feitas pelo Portal Messejana ou oriundas de nossos colaboradores repercute muito, principalmente aquelas que falam dos problemas, das necessidades básicas da Grande Messejana. Chamam atenção no site e também nas redes sociais das quais o Instituto Portal Messejana marca presença.

Logo depois de uma reportagem mais gritante, normalmente porque chamam atenção pelos problemas levantados e mostrados, surgem algumas indagações, partindo de pessoas ligadas à própria imprensa, que ligam para o Portal Messejana perguntando se o Instituto poderia indicar uma pessoa para dar depoimento, gravar entrevistas para o programa “a”, ou “b”... E não é bem assim. Não é esse o papel do Instituto Portal Messejana, o de indicar entrevistados.

Quem lê nossas reportagens, localizadas no Menu Messejana (lado esquerdo da página principal do site), facilmente pode comprová-las visitando o local, perguntando a transeuntes, moradores, vizinhança dos locais etc. Fácil e simples assim.

Os e-mails e as comunicações pelo Mural de Recados e Seção Fala Cidadão

O Portal Messejana também recebe muitos e-mails de internautas cadastrados no site, que elogiam, dão sugestões, reivindicam serviços, melhorias, enfim, utilizam o Portal Messejana como canal de desabafo para suas ansiedades e necessidades. E uma síntese desses e-mails tem sido enviada para a Secretaria Regional VI ao longo dos oito anos de existência do Portal Messejana, sendo que nenhum dos comunicados foi respondido, infelizmente.

Recentemente o Portal Messejana recebeu uma solicitação de que “renovasse” as fotos dos locais (praças e principais pontos), para que Messejana aparecesse melhor. Tal solicitação não foi ainda atendida, porque simplesmente a equipe do Portal Messejana comparou as fotos existentes há mais de três anos e constatou que a situação agora está pior, ou seja, as imagens ficariam piores... Infelizmente é uma verdade que tem que ser dita.

Por exemplo, algumas perguntas básicas que deveriam receber respostas, ou melhor, poderiam ter soluções efetivas:

  • Quem pode falar sobre a violência e a insegurança em Messejana?
  • Quem pode falar sobre o saneamento básico (ou melhor, a falta dele) em Messejana?
  • Quem pode falar sobre a falta de água encanada em vários locais, como a Paupina e outros?
  • Quem pode falar sobre as enormes filas em todos os postos de saúde e hospitais?
  • Quem pode falar sobre o transporte público, que é muito deficiente na área?
  • Quem pode falar sobre o lixo espalhado em terrenos baldios em toda a área?
  • Quem pode falar sobre a falta d’água ou pouca pressão de água em muitos locais?
  • Quem pode falar sobre o trânsito caótico que existe em Messejana?
  • Quem pode falar sobre a ocupação indevida de calçadas por vendedores e ambulantes, de forma desordenada, particularmente na área central de Messejana?
  • Quem pode falar sobre o estado da Lagoa de Messejana, que recebe diariamente esgotos de um canal?
  • Quem pode falar sobre a insegurança simplesmente ao andar pelas ruas de Messejana, em razão dos constantes assaltos?
  • Quem pode falar sobre o pouco policiamento em toda a área?
  • Quem pode falar sobre a existência de casa de prostituição, camufladas de “bares”, em áreas residenciais e centrais de Messejana?
  • Quem pode falar sobre o funcionamento de bares sem os “Alvarás”, da Prefeitura?
  • Quem pode falar sobre a construção de prédios de até três andares, sem autorizações (CREA) e licença exigida pela lei?
  • Quem pode falar sobre o estado de conservação das praças públicas e das calçadas de Messejana?
  • Quem pode falar sobre as pichações e poluição visual em muros (em toda a Messejana)?
  • Quem pode falar sobre o uso de paredões de som (mesmo proibidos) pelas ruas de Messejana?

Ora, estes problemas são notórios e podem ser constatados facilmente através de contatos com qualquer morador, de qualquer área de Messejana! Os aspectos visuais podem ser (obviamente) vistos por quem se interessar em observá-los. 

domingo, 20 de outubro de 2013

Os motivos de minha admiração pelo Exército Brasileiro

“Braço Forte – Mão Amiga”, este é seu slogan. Gostaria de tecer algumas considerações sobre o Exército Brasileiro, instituição pela qual tenho muito respeito, afinidade e admiração. Os militares do Exército gostam muito do Brasil, amam e tem respeito pela Pátria e são extremamente leais. Estudam e se dedicam a vida inteira pelos ideais de bem servir à Nação. Não tenho procuração para falar sobre o Exército Brasileiro. Escrevi estas palavras porque gosto e admiro muito esta brilhante instituição. E os bons exemplos do Exército deveriam ser seguidos por muita gente no país, em particular pela classe política, de um modo geral. O texto é importante para quem deseja conhecer melhor o Exército e seu pessoal. Poderia ser alongado até mesmo a chegar a um livro, em virtude da abrangência, importância e quantidade de ações que o Exército Brasileiro mantêm pelo Brasil.    

Os primeiros bons exemplos

Em primeiro lugar desde criança, quando observava muitos familiares meus estudando na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e depois em atividade por todo o país, inclusive em áreas de fronteira, e eu os admirava por isso. Ainda hoje vários estão em postos graduados do Exército, trabalhando pelo país e ajudando até outros países em forças de paz.

Na época de servir ao Exército fiquei muito empolgado. Passei na prova e ia ser convocado, mas, como era músico na época e liderava um conjunto musical não poderia deixá-lo acabar e, após explicações junto ao quartel que me apresentei consegui ser liberado e ficar no “excesso de contingente”. De certo modo uma frustração porque eu desejava mesmo era servir ao Exército. E a vida continuou, eu como músico, fazendo uma faculdade e trabalhando em duas emissoras de televisão de Fortaleza e muitos dos nossos familiares seguindo seu curso no Exército.


Mais contatos com a área militar

Mais adiante, com o final de nosso conjunto musical, o “Big Brasa”, passei em um concurso federal para a área de inteligência e após ser chamado, me engajei de corpo e alma, pois reconheci aquela atividade como muito importante para a Nação. E de certo modo eu a tinha como “paramilitar”, pois a estrutura dos órgãos de inteligência se assemelhava bastante àquela existente nas organizações militares no que diz respeito aos regulamentos, à ordem, à disciplina, tudo levando a um funcionamento excelente e sempre com tendências a melhorar. E mais, pela natureza do serviço mantínhamos contato com vários órgãos militares na área de Inteligência, além de naturalmente ter os mesmos relacionamentos com as respectivas áreas dos órgãos civis que possuíam atividade de inteligência. Fiquei gostando mais ainda do Exército, de sua administração, da disciplina das Organizações Militares (OM). Fiz boas amizades por lá, alguns cursos com militares de alta patente estreitando assim os laços e a admiração pelo Exército.

No decurso de minhas atividades precisei ser operado, com urgência. Fui atendido no Hospital Militar de Fortaleza. E muito bem atendido! Recebi muita atenção do comando do Hospital e apoio durante todo o processo. Naquela OM não se vê atrasos, filas absurdas, atendimentos precários, falta de ordem etc. Tudo funciona de maneira simples e efetiva. Se você marca uma consulta para as 13:30 horas é neste horário mesmo. Não fique admirado. E tanto existe o respeito por parte da administração dos militares, como por parte de todos aqueles que prestam serviços e pelos pacientes que o utilizam. É um sistema muito bom.

Um depoimento de um civil que trabalhava no Exército

Muito bem – há muitos anos, quando ainda em serviço na Atividade de Inteligência, por ocasião de um período de greves e manifestações sindicais por aumentos salariais recebemos no Ministério do Trabalho (antiga Delegacia Regional do Trabalho, no Ceará) uma comissão liderada por um civil que servia ao Exército em seu corpo administrativo. Este servidor civil do Exército, durante uma reunião dos manifestantes no auditório da DRT pediu a palavra. E, à frente de seus colegas disse mais ou menos o seguinte:

“... Pessoal, nós temos que fazer o que eles (militares) fazem. Eles são organizados, tem metas, respeitam os regulamentos. Lá no Exército não existem as confusões que vemos por aqui entre os próprios sindicalistas. Recebem uma orientação superior, de quem é preparado para isso, e a cumprem à risca. Tudo funciona direito. É impressionante. Os caras (se referindo sempre aos militares) merecem que se façam elogios porque o sistema deles funciona bem e o nosso não”... (...) “Lá eles conservam os materiais, os equipamentos, têm zelo pela coisa pública, pelo dinheiro do contribuinte”. E o que vemos em nossos hospitais, prefeituras e outros órgãos é uma esculhambação geral. Aquela história do ‘nem é meu nem é teu’ e metem a mão em tudo, estragam o patrimônio, os equipamentos, uma vergonha. “Temos que aprender isso com eles”... 

E os servidores civis ficaram estupefatos – a palavra é esta mesma – com a demonstração de apreço aos militares feita por um servidor civil. Ou seja, ele conheceu a estrutura e pode fazer tal avaliação!

Os tempos atuais e mais considerações sobre o Exército Brasileiro...

As Organizações Militares seguem um padrão organizacional muito bom, com disciplina, respeito e ordem. Acima de tudo o que lá não existe é a impunidade, que grassa nos meios civis, infelizmente. De modo particular nos meios políticos nacionais, quer nas áreas federal, estaduais ou municipais. Caso o Ministério Público Federal investigue QUALQUER órgão civil, em QUALQUER cidade do país, vai com certeza encontrar MUITAS IRREGULARIDADES. Quem dera o MP tivesse tal capacidade operacional e se as leis fossem realmente cumpridas... Consertaríamos o Brasil rapidamente. 

Quem já ouviu dizer, por exemplo, que houve superfaturamento, licitação irregular, desvio de verbas, recebimento ou pagamento de propinas, peculato e outras tantas irregularidades, praticadas dentro do Exército Brasileiro?

Quem já ouviu dizer que houve escândalos e que tais e tais quartéis tinham os seus oficiais recebendo salários acima do permitido, contrariando a lei? Nas redes sociais muita gente diz coisas do tipo: “vocês ainda vão ter saudade dos militares” e eu acho que sim. 

Quem já ouviu falar que o BEC – Batalhão de Engenharia e Construções (uma unidade do Exército) atrasou o serviço ou praticou qualquer irregularidade em uma obra sequer? Pelo contrário: se todas as obras realizadas no país pudessem ser confiadas a unidades como o BEC o país estaria salvo de tantas falcatruas... Na transposição do Rio São Francisco assisti a uma reportagem em que três trechos foram distribuídos: dois para construtoras civis e a terceira para um BEC, do Exército. O único trecho que ficou PRONTO no prazo foi o construído pelo BEC.

Quem já ouviu dizer que uma alta patente do Exército deu emprego de forma irregular a parentes e amigos e apadrinhou um sem número de pessoas, distribuindo verbas da União e recebendo percentuais de volta para seu enriquecimento ilícito? Ora, sem pensar!

Quem já ouvir dizer que um oficial do Exército (de qualquer escalão) utilizou uma viatura militar para seu uso pessoal ou de parentes e amigos para festas e jogos de futebol? E tenho certeza de que se ouvissem falar o culpado seria punido – e de forma bem rápida.

Quem já ouviu dizer que um oficial do Exército teve enriquecimento ilícito? Ou que seu patrimônio esteja em desacordo com os seus vencimentos?

Vale salientar que não é uma instituição perfeita, mesmo porque nada é perfeito no mundo. Mas o Exército está sempre se aprimorando. E quando encontra uma falha, um deslize por parte de algum de seus componentes podemos ter a certeza que esta falha será de imediato corrigida e o responsável será punido, na forma da lei.

Por outro lado, fora do âmbito militar, esta frase virou bordão e se ouve no dia a dia através dos noticiários. Para cada escândalo que aparece as autoridades civis logo se apresentam e dizem: “... tudo vai ser apurado e os responsáveis serão punidos”... E nada acontece.

Um texto interessante sobre os militares

Mais uma observação: 

Um dia desses li na internet um texto interessante e com muito sentido. É sobre o fato de alguns chamarem os militares de “milicos”, mas deles precisar sempre. O fato é que está cheio de verdades. Provavelmente deve ter sido redigido por um militar. Este texto está em uma variedade de locais na net e vale a pena ser lido - e analisado! 

Vejam:

A PF não quer ir pra fronteira porque a diária é pouca? Chamem os milicos.
A PM não quer subir o morro porque é perigoso? Chamem os milicos.
A PM faz greve porque o salário é baixo? Chamem os milicos.
A Anvisa não quer inspecionar gado no campo? Chamem os milicos.
O Ibama não dá conta de fiscalizar os desmatamentos? Chamem os milicos.
Os corruptos ganham milhões e não constroem as estradas? Chamem os milicos.
As chuvas destroem cidades? Chamem os milicos.
Caiu avião no mar ou na selva? Chamem os milicos.
Em caso de calamidades públicas, a Defesa Civil não resolve? Chamem os milicos.
Desabrigados? Chamem os milicos.
A dengue ataca? Chamem os milicos.
O Carnaval, o Ano Novo ou qualquer festa tem pouca segurança? Chamem os milicos.
Certeza de eleições livres? Chamem os milicos.
Presidentes, primeiros-ministros e visitantes importantes de outros países? Chamem os milicos.

E o restante:

Adicional noturno? Não temos!
Periculosidade? Não temos!
Escalas de 24 por 72 horas? Não temos!
Hora extra, PIS, PASEP? Não temos!
Residência fixa? Não temos!
Certeza de descanso no fim de semana? Não temos!
Salário adequado? Não temos!
Acatar todas as ordens para fazer tudo isso e muito mais, ficando longe de nossas famílias, chama-se respeito à hierarquia.
Aceitar tudo isso porque amamos o que fazemos chama-se disciplina.

E por último: Quer conhecer alguém que ama o Brasil acima de tudo? Chame um milico! 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Brasil não anda tão bem quanto alguns dizem. Se não vejamos...

Democracia ou Anarquia?

Alguns aspectos extremamente desagradáveis que ocorrem pelo país todo que nos tiram gradativamente a esperança de melhoras para o Brasil. Gostaria que, pelo menos, as pessoas mais esclarecidas tomassem conhecimento do assunto, avaliassem o conteúdo e o disseminassem para o seu próprio bem, bem de seus familiares e da própria Nação. Estaríamos sendo dominados até pelo crime organizado? Começo a achar que sim.

O governo está impotente para minimizar a situação.

A política partidária

A classe política agora demonstrou claramente que não deseja o fortalecimento de partidos e sim a criação de mais e mais agremiações, para auferir os lucros financeiros dessas artimanhas. Não se sabe quem é quem, quantos partidos existem, qual a proposta de cada um (porque são inúmeros)... E assim a população fica totalmente perdida. Ora, uma pessoa que acompanha os jornais diariamente não sabe dizer os nomes dos partidos políticos, quem mudou de partido, que partidos foram criados.

No Congresso Nacional afora circula um projeto que visa a criação de pelo menos 200 municípios a mais no país. Alegam os defensores da ideia que isso não acarretaria mais despesas para a União. Como assim? Não seriam criadas mais Câmaras de Vereadores, Prefeituras e todo um elenco de cargos para serem preenchidos?

Deveriam elaborar um projeto, sim, para diminuir pela metade o número dos parlamentares hoje existente e acabar com a mordomia parlamentar em todos os sentidos. Em países mais evoluídos não existe essa moleza aqui do Brasil e uma pouca vergonha de muitos políticos que nem mesmo sabem o que se passa no país porque faltam demais ao trabalho.

A violência e a necessidade de mudança no Estatuto do Adolescente
 
Não é possível que os políticos no Brasil não percebam claramente o quão é necessário mudar o Estatuto do Menor e do Adolescente. Assistimos todos os dias pela televisão, lamentavelmente, uma crescente violência praticada em sua grande parte por menores, que se valendo da condição de “Adolescente” matam, atacam, assaltam e praticam toda a sorte de delitos indiscriminadamente. E a polícia sofre com isso porque trabalha muito para identificá-los e quando são presos imediatamente são postos em liberdade ou mandados cumprir “medidas sócio-educativas”. Isso após ter matado alguém, roubado um banco ou praticado um crime grave. Passam pouquíssimo tempo reclusos (quando passam) e voltam para as ruas aos 18 anos (bem mais preparados para a criminalidade) e com a ficha totalmente limpa. Os crimes são tantos e de toda ordem que seria enfadonho citá-los aqui. Pode isso? Por que os políticos não alteram logo a maioridade penal? E por que não mudam o código penal colocando penas mais severas para furtos seguidos de morte, os latrocínios? Eles estão cegos, surdos? Parece que sim.

O governo está impotente para minimizar a situação.

O Grupo Fortaleza Apavorada

Em virtude desta grave situação foi criado um grupo, denominado Fortaleza Apavorada, que traduz o desespero de muitos com a violência, tendo em vista que hoje em dia ao abasteceu em um posto de gasolina, ao entrar em uma farmácia, em pleno trânsito (de carro ou de motocicleta) ou mesmo a pé, ao fazer caminhadas pelas redondezas de seu bairro são atividades de alto risco. E a atenção deve ser redobrada. A polícia está com dificuldades para agir por causa das leis, que protegem tudo que é menor delinquente e os incentivam nas práticas delituosas. 

O governo está impotente para minimizar a situação.

Os assaltos a bancos no interior do Estado

É uma vergonha para quem assiste a uma situação que ocorre no interior do Ceará e em muitos outros Estados do Nordeste. Quadrilhas chegam facilmente pelas madrugadas, algumas vezes até rendem os policiais, tomam suas armas e partem para os roubos e explosões nos bancos.

Isto significa falta de adequada estrutura policial no interior, falta de inteligência na polícia, nos órgãos fiscalizadores do trânsito (a maioria das blitz, se é que você observa, ocorre nos horários em que praticamente não há riscos. Parece até mesmo que elas de “desviam” do perigo. Por que não ocorrem nas madrugadas? Nas saídas de festas (onde pegariam um sem número de pessoas alcoolizadas)? Faltam também sensibilidade e um plano de ação para tais ações. O governo está impotente para minimizar a situação.

O governo está impotente para minimizar a situação.

O desarmamento da população no Brasil
 
O governo desencadeou uma campanha de desarmamento que a meu ver deixou a população à mercê dos bandidos. Porque policiamento existe pouco e não pode proteger a todos. E os criminosos agora têm a “certeza” de que suas vítimas serão presas fáceis, porque sempre estarão desarmadas. Esta condição tem que ser modificada. Não é a proibição de se comprar armamento para defesa pessoal que vai aumentar o crime. Haja vista o que acontece com as armas contrabandeadas de outros países que fortalecem os arsenais do crime organizado. Pensem bem: um cidadão de bem não mata, não assalta! E se o fizer, em um país que cumpre suas próprias leis, será punido!

Enquanto isso no Paraguai...

Estive recentemente no Paraguai, Cidade Del Leste e me deparando com multidões de ambulantes e vendedores de toda sorte pela ruas da cidade, em muitos dias não presenciei nenhuma cena ou notícia de furto ou roubo. Curioso, perguntei a um dos centenas de vigilante armados, na frente de muitos estabelecimentos, porque era tão tranquilo. E um deles, por sinal brasileiro, me perguntou: você está vendo todos esses carros aí, todas essas lojas? E apontou para as ruas centrais. Ao responder que sim ele continuou: “pois bem, todo mundo aí anda armado”... Desta forma um assaltante fica “inibido” de entrar em uma loja e furtar um celular ou assaltar um carro qualquer, porque todos os outros em sua proximidade poderão acertá-lo. 

O vandalismo nas ruas do país – uma anarquia

Por ocasião das manifestações legítimas da população ocorridas a partir de junho de 2013 em todo o Brasil começaram a se apresenta os aproveitadores, na maioria das vezes encapuzados, que dilapidam o patrimônio público e privado, incendeiam ônibus, carros de polícia, de reportagem e seguem em frente quebrando tudo e desafiando cara a cara os policiais. Nada temem porque se presos, logo são liberados, por falha, mais uma vez, da legislação. Em meu entendimento, um governo sério não poderia permitir pessoas encapuzadas pelas ruas quebrando bancos, atacando pessoas, tocando fogo em prédios, viaturas policiais, veículos particulares e atacando a polícia. Uma lei deveria impedir manifestações com pessoas encapuzadas, sem a menor identificação.

O governo está impotente para minimizar a situação.

Invasões de terras
Vê-se também em toda parte invasão de terras, na maioria das vezes com grande violência e destruição do patrimônio de fazendas, de lavouras, de equipamentos agrícolas etc. E de igual forma ocupação de prédios públicos por parte de qualquer associação, grupo... E o governo fica impassivo, deixa tudo acontecer. E as polícias militares são orientadas para ter muito cuidado para não agir com violência. Ora, querem combater violência de que maneira?

O governo está impotente para minimizar a situação.

O assunto merece uma interrogação: por que os responsáveis pelas gestões dos Estados mais atingidos e a própria Presidência da República não se manifesta no sentido de informar à população, que está aflita, amedrontada, sobre eventuais medidas a respeito do problema?

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O trânsito infernal, descontrole e muita violência em Messejana

UMA NOITE DE PÂNICO!

Parece brincadeira, mas não é. Leia até o final porque o desfecho é incrível! É realmente um desabafo, mas de cabeça fria, porque conheço os fatos e sei da incompetência dos gestores, em várias esferas, para solucionar os problemas existentes

TRÂNSITO EM MESSEJANA - Pense em uma confusão grande hoje à noite! Com a mudança no trânsito de algumas ruas e uma batida perto do viaduto o negócio virou (?) um caos. Eu que moro aqui faz muito tempo FIQUEI PERDIDO QUE SÓ CEGO EM TIROTEIO!

Um guarda da AMC, ao ser por mim indagado sobre porque ele indicava que eu teria que dobrar à direita, respondeu grosseiramente: "teve uma batida lá na frente, quer tentar?" com um ar de deboche incrível. Acatei as "boas maneiras" daquele cidadão (que é um servidor público e deveria ser mais educado para lidar com o público) e procurei meu caminho.

Bem, fiz umas voltas e peguei ENFIM a Washington Soares, mas no sentido PRAIA - SERTÃO, quando queria na realidade ir até o Via Sul... Pois bem: consegui fazer o único retorno uns três quilômetros à frente, porque TIRARAM um retorno apropriado que ficava próximo às tapioqueiras. Ninguém de Messejana reclamou e - eu acho que se reclamasse também não daria jeito.

Puva vida, chegam uns caras novatos, não fazem pesquisa nenhuma e conseguem piorar o que já estava ruim!

E para terminar, quando parei o carro no sinal que fica em frente ao Liceu, bem antes da faixa, como manda o figurino, velocidade de 40 por hora, a porcaria daquele fotosensor ficou disparando o tempo todo! Agora é só esperar para conferir - e pagar a multa, se ela vier, porque recurso mesmo nos nunca ganhamos. Nem a resposta deles. Fim do mundo, fim da picada... Antigamente nós dirigíamos olhando para a frente. Hoje temos que dirigir olhando para os lados !!!!!! Por causa da verdadeira ÂNSIA PARA MULTAR, desesperadamente para tomar nosso dinheiro arrecadar mais e mais... Se os índices de acidentes melhorassem ainda bem. Mas pioram cada vez mais.

POR ÚLTIMO - Ao dobrar para a rua onde moro encontrei uma TOPIQUE estacionada na esquina e o pessoal todo do lado de fora. UM ASSALTO TINHA OCORRIDO HÁ POUCOS MINUTOS. Polícia, nada!!!!!!!!

É isso pessoal desarmem todos os cidadãos e deixem somente os bandidos com armas. Aí eles ficam do jeito que querem. Assaltando direto, explodindo caixas eletrônicos quase todo dia, matando quem quer etc etc. Estamos realmente dominados...

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Uma atitude que prejudicou as Atividades de Inteligência no Brasil

No início do Governo Collor de Mello houve uma atitude do ex-presidente que prejudicou demais no país, em nosso entendimento. Ele adotou uma medida que modificou uma estrutura de inteligência que estava se aperfeiçoando dia a dia e cujos efeitos eram extremamente benéficos para os governos. Ocorre é que em razão dessas atividades serem reservadas e da população brasileira não ser nem um pouco esclarecida sobre o assunto, tudo passou despercebido. O povo só reclamou mesmo do bloqueio das Cadernetas de Poupança. 

A Atividade de Inteligência era exercida pelo Sistema Nacional de Informações (SISNI), que tinha como órgão central o Serviço Nacional de Informações – o SNI. Por outro lado havia as Divisões de Segurança e Informações, nos ministérios, e as Assessorias de Segurança e Informações (ASI), ainda em órgãos especiais as AESI (Assessorias Especiais de Segurança e Informações).

Todo o Sistema agia de forma integrada com os diversos serviços reservados do país, em benefício da segurança e dos controles diversos. E acima de tudo a Presidência da República podia obter conhecimentos de todas as áreas, de todos os seus Ministérios, proporcionando uma fonte rica de dados concretos que lhe davam maior segurança em suas decisões.

Com a mudança (perda das DSI e das ASI), na ocasião em que Collor de Mello acabou a estrutura ministerial de Inteligência, houve em meu entendimento uma perda lastimável para a confiabilidade e acompanhamento dos serviços nos Ministérios Civis. E ampla facilidade para a prática de condutas inapropriadas por pessoas de má fé.

A quem interessaria tais mudanças? Não se pode afirmar com certeza. Uma dedução lógica seria a de que, sem as estruturas de inteligência tudo poderia ocorrer sem mais controles. As facilidades para a ocorrência de irregularidades e os riscos de desvios e mesmo de um acompanhamento falho das atividades ministerial e das diversas superintendências ministeriais espalhadas por todo o país aumentaram indubitavelmente. 
Vale observar e enxergar o quadro atual, onde os governantes dizem não saber de nada ou só tomam conhecimento de irregularidades após denúncias através da imprensa. São pegos de surpresa porque não possuem os conhecimentos necessários a respeito de cada pasta. Exemplo disso a nota divulgada na imprensa no dia 3 de setembro de 2013 “PF prende suspeitos por desvio de dinheiro do Ministério do Trabalho”. Verba era dada a ONG para a criação de centros de emprego em SP e RJ. “Polícia apurou irregularidades nos repasses de R$ 47,5 milhões”. 

Urge que alguém, de sã consciência, possa vislumbrar esse fato e possa, através de medidas legais, novamente criar mecanismos, os quais, integrados à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) possam fortalecer a produção de conhecimentos em todos os poderes da República em favor de um Brasil melhor.

Já pensaram se as Agências Reguladoras do governo, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário tivessem mecanismos de inteligência, como funcionariam melhor? Mas isso, certamente e por motivos óbvios, os políticos não iriam gostar nem um pouco. Deveria valer o conhecido ditado: “que, não deve, não teme”, não é verdade?

A espionagem, a busca e a coleta de dados pelos serviços secretos

Desde que o mundo tem registros é fácil se encontrar indícios de espionagem. Durante as guerras na Idade Média até os conflitos recentes em todo o mundo. Os serviços de Inteligência utilizam vários métodos para obter informações e conhecimento sobre determinado assunto ou alvo em particular. Isso é inevitável e com a tecnologia a obtenção de conhecimentos sensíveis se tornou mais fácil. 

A espionagem no mundo moderno

É difícil, digamos mesmo impossível, um país admitir que faz ou que fez espionagem e coleta dados de outro país, porque a atividade é ilegal. Mas o certo é que no mundo moderno a busca, por diferentes métodos, por conhecimentos sensíveis – e que lhes possa beneficiar de algum modo – é inevitável. Alguns países alegam que coletam dados para sua segurança. É o que eles podem alegar. Mas quem sabe quais dados são coletados, a finalidade etc.? E a privacidade das pessoas, dos governos?

A verdade sobre tudo

Temos que admitir, sem hipocrisia, que somos espionados constantemente. Nossos dados são vulneráveis com a tecnologia existente. Por meios de satélites, por exemplo, outros países podem ter mais conhecimento do Brasil que talvez nós mesmos. O sobrevôo constante de satélites pode indicar hoje, com uma precisão “cirúrgica” como dizem os deslocamentos de tropas, veículos militares, como identificar reunião ou campos de treinamento de grupos extremistas ou de terroristas. Uma pessoa, um veículo, um aeroporto, qualquer coisa pode ser definida como um alvo com facilidade pelos meios tecnológicos existentes em todo o mundo. E quem quiser (ou quem puder) que se cuide. Os conhecidos GPS – Sistemas de Posicionamento Global refletem uma parte bem simples dos avançados sistemas semelhantes já utilizados por países avançados, mas que nós não conhecemos.  

E então, o que fazer?

A proteção dos conhecimentos sensíveis

Cada um tem que cuidar do que é seu e proteger seus conhecimentos da melhor maneira. O discurso de que “é proibido espionar”, que “não admitimos isso com o Brasil” é mera tentativa de esboçar uma reação para atender a satisfação de pessoas que não conhecem o problema. A verdade é que os países têm que buscar, através de seus governos e de seus serviços de inteligência, os melhores equipamentos tecnológicos que possam pelo menos dificultar a invasão de privacidade em seus territórios ou nas vidas e atividades dos governantes.

Uma mentalidade de Segurança

Todos os governos em geral deveriam ter um relacionamento bastante estreito com seus órgãos de inteligência e capacitar todo o seu pessoal no sentido da formação de uma mentalidade de segurança. Usar os equipamentos certos, meios criptográficos nas mensagens, na telefonia, enfim, na transmissão de qualquer tipo de informação ou de conhecimento sensível. Seria de bom alvitre um investimento maciço e um apoio aos órgãos internos responsáveis por essas atividades, digamos, de proteção ao conhecimento. O Brasil dispõe de uma boa estrutura para isso. Agora não se sabe o quando poderia ser melhorada ou aprimorada. Cabe ao governo definir suas prioridades.

A importância de um conhecimento prospectivo na área de Inteligência

Os serviços de Inteligência em todo o mundo servem 
para assessorar seus respectivos governos e abastecê-los de informações úteis para a consecução de seus objetivos, em todas as áreas. São conhecidos como serviços secretos exatamente pela sensibilidade da atividade por eles desenvolvida. Dentre muitas outras nuances que os serviços de inteligência possuem esta é uma das maneiras de evidenciar a importância da Atividade de Inteligência. Mas como a Atividade de Inteligência se manifesta? Como produz seus documentos para assessorar os governos? E que tipo de documentos produz para os governos? São muitas as interrogações que uma pessoa leiga no assunto pode ter.  

Um Relatório de Inteligência ou qualquer outro nome que um documento possa receber, nos diferentes serviços de inteligência e países, pode tratar especificamente de um caso, um fato em andamento e conter descrições sobre o que já ocorreu (sobre o passado) ou mesmo o presente que está em vias de uma evolução. Quando um assessoramento informa que tal fato “já ocorreu” não dá chances para a autoridade mudar nada. Ela simplesmente vai acompanhar os acontecimentos. É como se fosse uma notícia de jornal, apenas.

Os conhecimentos prospectivos

Em nosso entendimento uma importância absolutamente maior deveria ser atribuída àqueles documentos “prospectivos”, que são elaborados de acordo com técnicas específicas, cientificamente, após muito trabalho mental, de coleta e de busca de dados, com o objetivo de conseguir projetar para um futuro (ou prever) um fato que possa ocorrer (ou não, se evitado). Isso é que tem um real significado e pode influir decisivamente na esfera dos gestores maiores de um país.

Exemplo: a seca no nordeste brasileiro, quando informada depois que acontece ou quando está acontecendo, seu acompanhamento vai ajudar nas decisões governamentais certamente, mas não de forma que possa prevenir o governo para se antecipar a situações calamitosas no campo com a falta d’água, tanto para o homem do campo, a agricultura e as criações de animais. 

Por outro lado se documentos prospectivos fossem produzidos (estudos de larga abrangência, amplitude e principalmente voltado para um futuro pré-definido), as situações poderiam ser analisadas antes dos fatos ou situações ocorrerem. Isso possibilitaria uma tomada de providências, de um conjunto de ações bem mais efetivo, certamente.   

Uma das orientações que os próprios governos deveriam receber de forma contundente de seus serviços de inteligência seriam essas: a de incentivar e de solicitar pedidos para a confecção de tais tipos de documentos. Como exemplo, no Brasil, não seria interessante um estudo de como ficariam as despesas com a Copa do Mundo 5 (cinco anos) depois do evento? Que benefícios ou prejuízos o evento poderia trazer para o país? Muito importante seria uma previsão dessa natureza. E outra mais: a persistir o atual estado da área da saúde e da segurança, como estará o Brasil daqui a 10 (dez) anos? Com estes dados, estas previsões, elaboradas por quem sabe e de forma científica, seria bem mais fácil administrar o futuro quando ele chegasse. Ou então agir de forma a mudar esse futuro, quem sabe?

Concluindo, o conhecimento prospectivo é uma forma INTELIGENTE de tratar e de assessorar os governos em toda parte. E se são chamados Serviços de Inteligência, Atividades de Inteligência, porque não utilizá-los?