
A vida está cada vez mais mais complicada, principalmente nos grandes centros. Nossa segurança está comprometida. E sabendo disso as pessoas devem procurar se proteger de todas as formas. Não que se torne uma paranoia, mas há alguns aspectos fundamentais na proteção de nossas vidas, um deles no trânsito. E dirigir na cidade é completamente do que dirigir em rodovias. Normalmente nas estradas as velocidades são maiores e tudo acontece de forma mais rápida e, com possibilidade de maiores danos a veículos e passageiros. Portanto, fique ligado e tenha muito cuidado principalmente nos períodos noturnos e nas ultrapassagens!
Quando estamos na direção de um veículo há uma complexidade de atos reflexos que adotamos; você sabia que um deles é olhar para os espelhos retrovisores a cada intervalo de sete segundos? Instintivamente isso ocorre: conferir a situação do veículo através dos indicadores do painel, como a velocidade, a temperatura do motor, o fechamento das portas, a quantidade de combustível, o tempo, as distâncias percorridas, dentre outros. Puxa tudo isso e ainda dirigir! Não é muita coisa?
Você dirige corretamente?
Além disso, outros acessórios podem chamar a atenção do motorista: o equipamento de som, o ar-condicionado, as entradas de ar, os vidros com controle elétrico e, para algumas situações, o GPS (sistema de controle por satélite). E como fazer tudo isso e ainda conservar o carro na estrada, a uma distância prudente de outros veículos, observar a sinalização existente, os outros veículos na mesma via e os eventuais descuidos de pedestres, ciclistas, animais que atravessam a pista e conseguir “escapar” ileso?
Mas ainda há mais preocupações – agora com as lombadas, o excesso de fotossensores para controlar a velocidade nas estradas – e para nos multar caso não os obedeçamos! E ainda, para completar, as conversas ao dirigir, quando os passageiros esquecem que nós, condutores do veículo, já lidamos com tantas coisas. O cérebro humano é mesmo uma máquina quase perfeita. Consegue processar tantas informações ao mesmo tempo – e às vezes dirigindo em alta velocidade. Bom saber que até os 80 quilômetros por hora um veículo pode ser controlado. Mas acima disso as chances de sucesso vão diminuindo proporcionalmente ao aumento da velocidade empregada.
Prestar atenção, olhar para a estrada, conversar o estritamente necessário, não relaxar na segurança, fazem parte de meu lema, minha conduta.
Manter uma direção defensiva faz parte do processo
O que vem a ser isso? Pensar na possibilidade de algo acontecer! Como? Ao avistar uma pessoa, um animal, uma motocicleta ou qualquer coisa que possa interferir no seu trajeto, reduzir a velocidade e admitir a possibilidade de eles entrarem inadvertidamente em seu caminho!
Ao cruzar com veículos em vias estreitas reduzir a velocidade. Manter os faróis com luz baixa nas mesmas situações, quando dirigindo em períodos noturnos. Respeitar os perigos do lusco-fusco (o que é isso?) quando ao amanhecer as luzes do carro não iluminam a rodovia suficientemente e a luz do dia também não! E ao entardecer a mesma coisa acontece: a luz do dia não ilumina direito a estrada e a luz do carro também não é o suficiente.
O cansaço, a acomodação dos músculos quando se dirige por longos períodos, também são fatores de risco. Costumo fazer paradas básicas de duas em duas horas! Andar um pouco, esticar as pernas, lavar o rosto. E prosseguir com mais segurança.
A pressa é inimiga da perfeição, todos sabem disso. Mas o por é que os acidentes nunca avisam que vão acontecer!
Educação no trânsito desde cedo
Oriente seus familiares e ensine desde cedo a seus filhos a observar essas regras que certamente vão ajudar o seu anjo da guarda na tarefa de protegê-lo. Só rezar e dizer “Maria vai à frente” certamente não vão ser suficientes!
Peça a ajuda de Deus não para dirigir por você, mas para que você consiga a desempenhar uma condução responsável por onde dirige.
E... Acho que nem precisa mais dizer que bebida não combina com volante de carro... E mais: que os acidentes nunca avisam quando vão acontecer!




Mas sobre a terra, por ser o nosso lar, desde o início da existência
humana aprendemos algumas coisas importantes. Entretanto observem que ainda
falta muito, principalmente sobre os desígnios que a natureza nos apresenta,
suas transformações em razão de mudanças feitas por nó em sua estrutura
original.
Nota-se a partir dos acontecimentos dos últimos anos que a natureza
começa a se manifestar de diferentes modos. O mar avança sobre a terra, talvez
consequência do derretimento de geleiras, o clima muda radicalmente em áreas
enormes, chove muito onde não há necessidade e há secas onde a população
necessita de muita água. Seriam sinais da própria natureza evidenciando as
alterações feitas pelos homens e sua insatisfação? Em minha opinião tudo poderia
funcionar harmonicamente, mas o homem não sossega. Crescem as populações,
aumentam as cidades e o consumo de alimentos, das indústrias, de tudo. Muitas
vezes esse crescimento é desordenado e provoca reações contrárias da mãe
natureza.
Mas as prioridades do homem em meu entendimento seriam aqui na Terra
mesmo, onde vivemos. Se por acaso estivermos sendo observados à distância por
inteligências superiores, seríamos um pequeno laboratório onde certamente
algumas conclusões poderiam ser tiradas: que seres estranhos! Constroem muita
coisa, mas não aprenderam a conviver entre eles mesmos e nem com a natureza que
os cercam! 

E nas residências o trauma é constante: não podemos nos identificar ao telefone por causa dos sucessivos golpes que marginais tentam nos aplicar; abrir a porta para algum pedinte de agia nem pensar; atender a um funcionário que se identifique como de algum órgão do governo também poderá ser uma fria, visto que muitos assaltos têm sido praticados por falsos pesquisadores (do IBGE, das prefeituras etc.).
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Viram? Tudo precisa de um esquema para se descobrir se tem ou não
crase. E assim por diante. São inúmeros os casos. Se eu escrever: “levei uma
topada no pe” você leu o que? Pé, é claro. Não precisa ter o acento porque nós
pronunciamos o acento. E aquelas pessoas, que de forma ridícula, ficam tentando
pronunciar a crase: Vai àààà França: fulano? 
Muitas vezes você está em uma situação qualquer, de dúvida ou de tomada de uma decisão, e começa a ser bombardeado com sugestões vindas de seu cérebro no sentido de adotar esta ou aquela proposta. Por exemplo, seria o seu anjo da guarda soprando: “faça isso que é bom” e o lado ruim dizendo: “não faça”, seguindo-se argumentos de ambas as partes.
Mas isto é como um exercício. Do mesmo jeito que você deve exercitar o corpo para ter os músculos renovados, ativados, deve exercitar sua mente, treiná-la! Preste atenção depois que fizer isso pela primeira vez. Passará um tempo e na primeira oportunidade as forças que desejam se intrometer entrarão novamente em ação e vão começar tudo de novo. Repita a ação. Diga para elas calarem. E continue você mesmo pensando novamente, sozinho! Fiz o teste e aprendi a controlar mais um pouco minha mente.
Certa vez fui questionado, em tom de brincadeira, sobre a necessidade de levar um remédio (tipo passa já) para dor de dente... E eu respondi: quem sabe alguém pode precisar? E de fato um dos participantes do treinamento em selva passou a sentir dor de dente. E eu disse, sorrindo: “estás vendo? Tenho pelo menos um paliativo, par que você fique mais confortável e ao final dos três dias possa procurar seu dentista”. E o caso foi bem solucionado. Ficou certamente a lição para aquele participante. 
